quarta-feira, 13 de agosto de 2008

ATIVIDADE 7 - Desafio

E.E.B. Profº. José Faria Neto

Tema: Construção de uma "Mala Mágica"

Objetivos:

* Explorar a imaginação das crianças através da leitura dos contos de fada;
* Criar o hábito da leitura diária;
* Desenvolver a linguagem oral das crianças, ampliando o vocabulário;
* Estimular o desenvolvimento da atenção, imaginação, observação, memória e linguagem.
* Proporcionar entrosamento na classe com trabalhos em grupo;
* Desenvolver no aluno sua capacidade criadora através de trabalhos artísticos;
* Valorizar a literatura infantil como formadora de consciência.

Público:

Todos os alunos de 1ª. a 4ª série do Ensino Fundamental

Mídias e Tecnologias:

TV, CDs, DVDs, livros, revistas,

Propostas/Ações a Serem Realizadas

* Os alunos serão incentivados a fazer a leitura de vários livros de literatura infantil com mais atenção.
* Valorizar o material que eles tem acesso;
* Mostrar o poder da literatura ( contos de fada) para nossa imaginação;
* Reunir a turma para a construção da "Mala Mágica" Bem colorida e animada para dispertar a curiosidade nas crianças;
* A idéia é que a cada final de semana a mala vá para a casa de um aluno, juntamente com um livro de literatura. O aluno deverá levar para a sala de aula a mala e dentro dela uma fantasia ou fantoche do personagem principal da história e o registro dos momentos mais importantes. (essa atividade deverá contar com a ajuda dos pais)
* Repassar para os colegas de classe o que mais gostou da obra, representando.

Período de Realização:

3º. Bimestre

Referências Bibliográficas:


FRANTZ, Maria Helena Zancan, O Ensino da Literatura nas Séries Iniciais. 2ª ed. Ijuí: UNIJUÍ, 1997.

http://www.graudez.com.br/litinf/livros.htm

http://www.sitedeliteratura.com/infantil.htm

ATIVIDADE 5 - Continuando o Desafio

Abaixo estão alguns sites que servem de auxilio para desenvolver a atividade do Desafio.

LITERATURA INFANTIL E A FORMAÇÃO DE LEITORES

É comum encontrarmos nas bibliotecas escolares coleções diversas sobre literatura infantil à disposição das crianças. Entretanto, será que elas, por livre e espontânea vontade vão até a biblioteca ler esses livros sem que sejam estimuladas a fazer tal tarefa? Será que nós, enquanto classe docente estamos oportunizando a fruição e o prazer pelo gosto da leitura?
Este texto trata da literatura infantil como agente formador dos seres, e o uso em nossas salas de aula.

A CONTRIBUIÇÃO DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NA FORMAÇÃO DE LEITORES

Este artigo faz considerações a respeito da leitura enquanto instrumento formador de conhecimento. Discute a influencia da comunidade e da escola na formação de leitores. Trata das histórias em quadrinhos como agente de reelaboração do conhecimento.


A TELA E O LIVRO NA FORMAÇÃO DE LEITORES

O artigo reflete sobre questões referentes à utilização da internet na formação de leitores da literatura. E a construção de um site onde é publicada diversas resenhas de livros que estão disponíveis para leitura.

A FORMAÇÃO DE ALUNOS LEITORES NAS SÉRIES INICIAIS

Este artigo reflete sobre o ensino da leitura na escola nos dias de hoje. Pois no âmbito escolar percebemos que os alunos cada vez mais se afastam e desinteressam pela leitura e é aí que se questiona a prática pedagógica.

O DESAFIO DE FORMAR LEITORES

Neste site Elizabeth Serra, Secretária Geral da FNLIJ ( Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), fala da responsabilidade do professor, diz que é preciso formar professores leitores familiarizados com a escrita. Assim, eles atuarão, com autonomia e criatividade, na formação de estudantes leitores. Fala Também de alguns projetos da Fundação.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

quarta-feira, 23 de julho de 2008

ATIVIDADE 9 - Usando o Correio Eletrônico

Na última semana eu recebi os textos lidos e comentados pelos colegas:


Alessandra: Educar o Educador
( José Manuel Moran)
Aprender a Ensinar
O texto escolhido pela colega fala das tecnologias como mecanismos para ensinar e aprender, pois trazem motivação, aulas dinâmicas e muitas informações. Trata também de questionamentos que devemos fazer sobre o processo educacional, se estamos fazendo certo para conseguirmos uma educação de qualidade.
Moisés: O Educador bem Sucedido
( José Manuel Moran)

O texto escolhido pelo colega fala da questão de professores que trabalham nas mesmas escolas, tem os mesmos salários e uns são aceitos e outros não. Mas o segredo está na competencia de atrair os alunos, criar um vínculo afetivo entre professor/aluno. Trata tambem das tecnologias como ferramenta na aprendizagem, da importância delas para o sucesso do professor.


Valdirene: Educação e Tecnologias: Mudar para valer
( José Manuel Moran)

O texto fala que não devemos fechar os olhos para as mudanças que as tecnologias causam. E que não devemos ter medo do novo. Que essas tecnologias que surgem a cada dia servem de ferramentas para a melhoria da qualidade de ensino, por isso devemos nos aperfeiçoar, atualizar.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

aprendendo a inserir figura

Para inserir imagem, clicar em inserir imagens, abrirá uma tela com a mensagem adicionar uma imagem do seu computador, ir em arquivo e procurar onde está salvo a imagem, depois escolha um layout e selecione o local para postar e vá fazer um upload de imagem, e está concluído é só publicar a postagem

Reavaliação do curso

As aulas são bastante interessantes e aprendi muito, mas eu imaginava que o conteúdo do curso seria outro, que seria trabalhado diretamente o Linux, pois a nossa realidade na escola é outra.
As atividades poderiam ser um pouco mais simplificadas, e também em menor número, para conseguirmos fazer uma atividade bem feita e completa.



segunda-feira, 7 de julho de 2008

ATIVIDADE 4 - Leitura e Produção


O EDUCADOR BEM SUCEDIDO
Por que, nas mesmas escolas, com a mesma formação e os mesmos salários, uns professores conseguem atrair os alunos e realizar um bom trabalho e outros, não ?
Não há uma única forma ou modelo. Depende muito da personalidade, competência, facilidade de aproximar e gerenciar pessoas e situações. Alguns professores conseguem uma mobilização afetiva dos alunos pelo seu magnetismo, simpatia, capacidade de sinergia, de estabelecer um “ rapport”, uma interpessoal grande. Uma das formas de estabelecer vínculos é mostrar genuíno interesse pelos alunos. Os professores de sucesso não se preparam para o fracasso, mas para o sucesso nos seus cursos. Essa atitude positiva é captada consciente e inconscientemente pelos alunos que reagem da mesma forma, dando-lhes crédito, confiança expectativas otimistas. O contrário também acontece: professores que se preparam para a aula prevendo conflitos , que estão cansados da rotina, passam consciente e inconscientemente esse mal-estar que é correspondido com a desconfiança dos alunos, com o distanciamento, com barreiras nas expectativas.
É um conjunto de intenções, gestos, palavras, ações que são traduzidos pelos alunos como positivos ou negativos, que facilitam a interação, o desejo de participar de um processo grupal de aprendizagem, de uma aventura pedagógica (desejo de aprender) ou, pelo contrário, levantam barreiras, desconfianças, que desmobilizam.
O sucesso pedagógico depende também da capacidade de expressar competência intelectual, de mostrar que conhecemos de forma pessoal determinadas áreas do saber, que as relacionamos com os interesses dos alunos.
A coerência entre o que o professor fala e o que faz, na vida é um fator importante para o sucesso pedagógico. Se um professor une a competência intelectual, a emocional e a ética causa um profundo impacto nos alunos. Estes estão muito atentos à pessoa do professor, não somente ao que fala. As técnicas de comunicação também são importantes para o sucesso do professor. Um dos caminhos de aproximação ao aluno é pela comunicação pessoal de vivências, histórias, situações que o aluno ainda não conhece em profundamente.
Um professor que se mostra competente e humano, afetivo, compreensivo, atrai os alunos. Não é a tecnologia que resolve esse distanciamento, mas pode ser um caminho para a aproximação mas rápida. Podemos aproximar nossa linguagem da deles, mas sempre será muito diferente. O que facilita são as entrelinhas da comunicação lingüística: a entonação, os gestos aproximadores, a gestão de processos de participação e acolhimento, dentro dos limites sociais e acadêmicos possíveis.
O educador não precisa ser “perfeito” para ser um bom profissional. Fará um grande trabalho na medida em que se apresente da forma mais próxima ao que ele é naquele momento, que se “revele” sem máscaras. Quando se mostre como alguém que está atento a evoluir, a ensinar e a aprender.